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	<title>Fabricio Cunha</title>
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		<title>Pobres ateus!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[Disseram-me que o ateísmo está crescendo. Fiquei a pensar&#8230; Quem quer o mundo oco e solitário dos ateus? Não eu! Eu quero o mundo povoado dos cristãos, dos judeus, dos muçulmanos, dos animistas&#8230; Quero um mundo onde a gente não esteja só. Um mundo com anjos de pé e caídos. De entidades, de elfos, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, Arial; font-size: medium;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p>Disseram-me que o ateísmo está crescendo.</p>
<p>Fiquei a pensar&#8230; Quem quer o mundo oco e solitário dos ateus?</p>
<p>Não eu!</p>
<p>Eu quero o mundo povoado dos cristãos, dos judeus, dos muçulmanos, dos animistas&#8230;</p>
<p>Quero um mundo onde a gente não esteja só.</p>
<p>Um mundo com anjos de pé e caídos.</p>
<p>De entidades, de elfos, de mística, de mágica, de mistérios&#8230;</p>
<p>Quero o mundo onde os tambores invoquem.</p>
<p>Onde a multidão de línguas estranhas dos pentecostais façam os seres da escuridão retroceder.</p>
<p>Quero o mundo que produziu Beethoven que, surdo, dizia ouvir a música que Deus queria escutar, a quem aplaudiu na nona.</p>
<p>Que produziu Shakespeare, que disse que havia mais entre o céu e a terra, do que supõe a nossa vã filosofia, e que valia morrer por amor.</p>
<p>Que desafiou Mozart a zombar de Deus enquanto, qual o profeta Balaão, só conseguia emitir os sons que boca de Deus entoa!</p>
<p>Quero o encanto catártico de Haendell gritando ALELUIA! de forma arrebatadora!</p>
<p>A beleza de Bach nos fazendo ver a paz da Família Eterna.</p>
<p>Quero mundo das lindas e majestosas catedrais e dos pregadores das praças, das esquinas, dos caminhos&#8230;</p>
<p>Da riqueza sonora profunda dos cantos gregorianos e dos vociferantes pregadores: convocando os homens a mudar e o Espírito Santo a se levantar contra o mal.</p>
<p>Quero o mundo que faça um ser humano, diante a pior das borrascas, ver o seu salvador andando sobre o mar, anunciando a possibilidade.</p>
<p>Aquele em que o guerreiro, diante da incerteza, se ajoelha perante o Eterno e se levanta com um brilho nos olhos, certo de que tem uma missão, um motivo para brandir a espada, porque se há de correr o sangue humano, tem de haver uma razão, que dando significado a vida o faça não temer a morte.</p>
<p>Um mundo de poetas e romancistas, que fazem a morte gerar vida, que contam histórias porque, em meio ao mais insano, há algo para contar, e se há o que contar, então significa; e se há como contar, então há um significante anterior, de modo que, por mais que cada leitor possa, de alguma maneira, reinventar, ninguém consegue negar que leu e, se leu, podia ser lido.</p>
<p>Quero a fé que faz uma menina entrar numa das melhores faculdades do pais, sonhando que, um dia, tudo o que sabe ajudará um ser desprovido de tudo, num dos miseráveis cantões do planeta, a sorrir com esperança!</p>
<p>Quero a loucura dos missionários que abandonam tudo no presente, certos de que levarão milhares a viver o futuro.</p>
<p>Quem quer o socialismo frio do ateus?</p>
<p>Eu quero o socialismo dos crentes que, em meio à marcha dos trabalhadores e, diante do impasse do confronto com as forças do estabelecido, grita ao megafone: companheiros, avancemos! Deus está do nosso lado!</p>
<p>Da ciência não quero as equações, quero o grito de &#8220;Eureka!&#8221;, onde o cálculo se mistura com a revelação.</p>
<p>Da matemática quero a música, a certeza de que há sons no universo, que não só os podemos cantar, mas que há quem nos ouve.</p>
<p>Que ouviremos a grande e última trombeta, que reunirá toda a criação para o canto da redenção.</p>
<p>Eu não quero capitalismo nenhum, mas prefiro o dos seres humanos que acreditavam que o trabalho é um culto ao Criador e que o seu produto tinha de gerar um mercado a serviço do bem.</p>
<p>Quem quer o capitalismo consumista dos ateus, que reduz a vida ao aqui e agora, e transforma todos em desesperados que, pensando que não sobrará para eles, correm para acumular para o nada?</p>
<p>Os ateus dizem que evoluímos, mas que não vamos para lugar nenhum; que a ciência pode tudo; que verdade é a palavra dos vencedores; que os mais fortes sobreviverão, e que é o direito natural deles.</p>
<p>Não! Mil vezes não!</p>
<p>Quero o mundo onde os fracos tenham direito ao Reino; onde os mansos herdarão a terra; onde os que choram serão consolados; onde os que têm fome e sede de justiça serão fartos; onde os que crêem na justiça estejam prontos a morrer por ela; onde os mortos ressuscitarão.</p>
<p>Quem quer um mundo explicado, onde tudo é virtude ou falha de um neuro-transmissor qualquer?</p>
<p>Quero um mundo onde a fé , o amor e a paixão curem, mudem histórias e construam caminhos! Onde os artistas tenham o que registrar!</p>
<p>Um mundo onde o sol nasça e se ponha, onde as estrelas, polvilhando o infinito, apontem um caminho, falem da esperança de uma grande e decisiva família, e que qualquer ser humano ao ver isso, não se envergonhe de falar: maravilha! Um Deus fez isto!</p>
<p>Mas não quero a teologia técnica&#8230;</p>
<p>Quero o Deus apaixonado dos cristãos, que abandona sua Glória e se faz gente, trazendo a divindade para a humanidade e, ressuscitado, ao voltar, leva a humanidade para a divindade!</p>
<p>Quero o Deus inquieto de Israel, o pai dos judeus, com quem é possível lutar.</p>
<p>Quero do Deus que se permite ser detido por um Jacó.</p>
<p>Quero o Deus chorão de Jesus de Nazaré, que mesmo a gente tendo brigado com Ele, nunca conseguiu brigar conosco.</p>
<p>O Deus Pai, Mãe e Filho que repartiu conosco o privilégio de ser!</p>
<p>Quero o mundo do medo do desconhecido, e do maravilhar-se com o desconhecido: o mundo do encanto.</p>
<p>Como disse o pai da filosofia moderna, o que se descobre ser ao pensar, precisa de um mundo para aterrissar, precisa que haja alguém que faça pensar valer a pena, alguém que, ao fim, é da onde se pensa, e se ele não existe, então nada existe, porque o que pensa não tem como pensar a partir de si.</p>
<p>Quero o mundo que ri da finitude; que desdenha das limitações; que resiste ao sofrimento; que olha para o infinito sabendo que nossa existência não é determinada pela morte ou por nossas impossibilidades; que não somos frutos de um acidente.</p>
<p>Quero mundo que se sustenta na fé de que ressuscitaremos, de que brilharemos como o sol ao meio dia; de que vale a pena lutar pelo bem; de que vale a pena existir!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://ariovaldoramosblog.blogspot.com/"><strong>Ariovaldo Ramos</strong></a></p>
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		<title>2011 &#8211; 08 &#8211; 07 &#8211; Mas, afinal, o que mesmo é a Igreja?!</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 13:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudio]]></category>

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		<description><![CDATA[Pregação inicia-se a partir do minuto 13. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pregação inicia-se a partir do minuto 13.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>2012 &#8211; 01 &#8211; 22 &#8211; &#8220;Realidades de um mundo sobrenatural&#8221;</title>
		<link>http://fabriciocunha.com.br/2012-01-22-realidades-de-um-mundo-sobrenatural/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudio]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Oração ao Deus desconhecido</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 15:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[Oração de Friedrich Nietzsche, traduzida e interpretada por Leonardo Boff:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oração de Friedrich Nietzsche, traduzida e interpretada por Leonardo Boff:</p>
<p><object width="480" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xbPbruNNuVk?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/xbPbruNNuVk?version=3&amp;hl=en_US" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Quer se relacionar bem? No mínimo&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;se não consegue extinguir, pelo menos diminua sua expectativa em relação aos outros. Amar, pressupõe aceitar a pessoa como ela é; &#8230;tem algo para resolver, resolva. Não guarde, não espere o outro falar, tome a iniciativa, abra o diálogo. Não espere que o outro perceba ou interprete o que você sente. Procure e fale; ...ouça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8230;se não consegue extinguir,</strong> pelo menos diminua sua expectativa em relação aos outros. Amar, pressupõe aceitar a pessoa como ela é;</p>
<p><strong>&#8230;tem algo para resolver, resolva</strong>. Não guarde, não espere o outro falar, tome a iniciativa, abra o diálogo. Não espere que o outro perceba ou interprete o que você sente. Procure e fale;</p>
<p>.<strong>..ouça com atenção, inclusão e silêncio. I</strong>nclua o outro através de uma &#8220;escutatória&#8221; que acolha de fato o que se está dizendo. Quem só sabe falar, não está preparado para se relacionar;</p>
<p><strong>&#8230;seja pródigo(a) em elogios e econômico(a)em críticas.</strong> A legitimidade para criticar vem de uma caminhada de presença e reconhecimento. E ninguém aguenta um crítico de plantão;</p>
<p><strong>&#8230;aprenda com as dificuldades e defeitos,</strong> mas minimize o impacto disso, enquanto forem menores do que as virtudes. E são menores. Não deixe de aprender com sua própria dificuldade e a do outro, mas minimize;</p>
<p><strong>&#8230;saiba que toda situação é transitória,</strong> tanto as boas, quanto as ruins. Sua decisão de como vai passar por ela determinará seu sucesso ou insucesso, independente da circunstância. E a busca pelo &#8220;sucesso interior&#8221; é sempre  a melhor decisão. &#8220;Não importa o que a vida fez com você, mas o que você  faz com o que a vida fez com você&#8221;;</p>
<p><strong>&#8230;não lamente o passado. </strong>Aprenda, mas não faça dele um fantasma que imobiliza e assombra sua relação presente ou o presente de tua relação;</p>
<p><strong>&#8230;não esconda coisas profundas de pessoas com as quais</strong> quer estabelecer relacionamentos profundos. O diabo domina as sombras, mas Jesus é o Senhor da luz. Traga as coisas para a luz, confesse, elucide, conte. Elimine a possibilidade do outro &#8220;descobrir&#8221; algo sem ser por você mesmo(a);</p>
<p><strong>&#8230;considere que o futuro do pretérito </strong> e o pretérito do subjuntivo não existem e, quando os inserimos em nossas vidas, vivemos lamentado o que &#8220;poderia ter sido&#8221;. Se poderia, não foi. Se poderia, não pode mais&#8230; Afirmações como &#8220;se você tivesse&#8221;, &#8220;se você fizesse&#8221; fazem muito mal. &#8220;Se&#8221; não existe;</p>
<p><strong>&#8230;emancipe o outro</strong>. Que o outro seja uma pessoa melhor por estar com você, do que seria se não se relacionasse contigo. Quer ser uma pessoa melhor, faça do outro um &#8220;outro&#8221; melhor;</p>
<p><strong>&#8230;nunca se familiarize com detalhes que</strong>, apesar de detalhes, são importantes. Fale sempre: &#8220;por favor&#8221; e &#8220;obrigado&#8221;; Bastante: elogios e expressões de carinho; De vez em quando: escreva uma carta pessoal;</p>
<p><strong>&#8230; seja cordial e educado(a) com todos.</strong> Trate gente como gente deve ser tratada. Qual o nome do porteiro do seu prédio, de seu vizinho, do garçom que sempre te atende? Certamente o nome de seu chefe você sabe né?! Pergunte o nome, olhe nos olhos, aperte a mão com firmeza e singeleza.</p>
<p><strong>Por hoje é só!</strong></p>
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		<title>Desabafo (ainda sobre o Pinheirinho)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 03:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer de uma discussão humanitária um assunto político partidário, é desviar o foco do principal para tentar terceirizar responsabilidade. O povo não é mais bobo. Sabe atribuir responsabilidade a quem de direito, independente de partido político. Cansei dessa &#8220;partidarização&#8221; ridícula, inoperante, despropositada, que desvia os olhos daquilo que é o principal: O SOFRIMENTO HUMANO, ESPECIALMENTE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer de uma discussão humanitária um assunto político partidário, é desviar o foco do principal para tentar terceirizar responsabilidade.</p>
<p>O povo não é mais bobo. Sabe atribuir responsabilidade a quem de direito, independente de partido político.</p>
<p>Cansei dessa &#8220;partidarização&#8221; ridícula, inoperante, despropositada, que desvia os olhos daquilo que é o principal: O SOFRIMENTO HUMANO, ESPECIALMENTE O DO POBRE!!!</p>
<p>Não estou nem aí para o PSTU e pro Movimento Sindical. Tenho vergonha do PSDB.</p>
<p>Choro e lamento por gente com nome, rosto e história, cuja dignidade tem sido roubada em nome de um jogo sujo, nojento e irresponsável que mantém as estruturas como estão ao custo de sangue inocente.</p>
<p>CHEGA!!!</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fabricio Cunha</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A &#8220;Paz do Senhor&#8221;</title>
		<link>http://fabriciocunha.com.br/a-paz-do-senhor/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[A paz que a maioria das pessoas procura, que tem a tranquilidade e a estabilidade como frutos, NÃO encontramos em Jesus. A paz que Jesus nos oferece é a derivada de uma vida derramada no serviço ao outro, gerando sentido para quem serve e significado para quem é servido. É o tipo de paz que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A paz que a maioria das pessoas procura</strong>, que tem a tranquilidade e a estabilidade como frutos, NÃO encontramos em Jesus.</p>
<p><strong>A paz que Jesus nos oferece é a derivada</strong> de uma vida derramada no serviço ao outro, gerando sentido para quem serve e significado para quem é servido.</p>
<p><strong>É o tipo de paz que nos tira o sono</strong>, que nos tira a tranquilidade, que insiste em dizer de dentro pra fora que algo está errado e continuará errado enquanto as estruturas não se parecerem mais com o Reino de Deus e os relacionamentos, mas com a Trindade.</p>
<p><strong>É um tipo de paz que nos &#8220;tira a paz&#8221;</strong>, mas nos enche de contentamento.</p>
<p><strong>Por isso ele nos diz que</strong> &#8220;minha paz vos dou, mas não vo-la dou como o mundo a dá&#8221;.</p>
<p><strong>A &#8220;paz do Senhor&#8221; é a sensação interior</strong> de, mesmo a contragosto do todo ou na contra-mão do óbvio, se estar caminhando na direção correta.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fabricio Cunha</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os Cinco Maiores Arrependimentos dos Pacientes Terminais</title>
		<link>http://fabriciocunha.com.br/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte. Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim</strong></p>
<p>“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia. “É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica. “Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto</strong></p>
<p>“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra. “Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma. “Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos</strong></p>
<p>“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta. “À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”. “A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos</strong></p>
<p>“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica. “Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”. “Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz</strong></p>
<p>“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”. “Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica. “A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dica da especialista</strong></p>
<p>“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”. “Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”. De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em janeiro/2012 em http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais.aspx</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002016096779">(Recomendado por Carlos Alberto Bezerra Júnior)</a></p>
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		<title>Sobre a religião e seus derivados (II), por Jonathan Menezes</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 11:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando profetas como Amós, por exemplo, criticam os cultos, encontros religiosos, ritos e formas de se “achegar a Deus”, o que afinal ele está criticando? Ele está denunciando a forma de religião predominante em Israel, sem entrar no mérito de dizer “toda religião”, ou “a religião”. Talvez uma coisa que esteja faltando às nossas genéricas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando profetas como Amós</strong>, por exemplo, criticam os cultos, encontros religiosos, ritos e formas de se “achegar a Deus”, o que afinal ele está criticando? Ele está denunciando a forma de religião predominante em Israel, sem entrar no mérito de dizer “toda religião”, ou “a religião”. Talvez uma coisa que esteja faltando às nossas genéricas classificações é “dar nome aos bois”. E isto Amós faz. Observem o seguinte trecho (na tradução “A Mensagem”, de Eugene Peterson):</p>
<p><strong>Não suporto os encontros religiosos de vocês</strong>. Estou cheio dos seus congressos e convenções. Não me interessam seus projetos religiosos, seus lemas e alvos presunçosos. Estou enojado das suas estratégias para levantar fundos, das suas táticas de relações públicas e criação da própria imagem. Não suporto mais sua barulhenta música de culto ao ego. Quando foi a última vez que vocês cantaram para <strong>mim</strong>? Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso que eu quero. Isso é <strong>tudo</strong> que eu quero (Am 5.21-24 – Grifos meus).</p>
<p><strong>A religião criticada por Amós </strong>é covarde e superficial, porque marginaliza o que realmente importa e põe no centro o trivial e menos relevante. Confunde retidão com justiça própria e santidade com abstinência; faz dos sacrifícios e rituais o último bastião da espiritualidade, dissociando-a completamente da vida, da misericórdia e da sede por justiça. Afirma uma sede incontrolável por Deus e seus mandamentos, mas é incapaz de reconhecê-lo no próximo, no diferente, no samaritano à beira do caminho.</p>
<p><strong>Daí, muitos desses encontros, congressos</strong>, convenções e projetos religiosos aos quais se refere o profeta, terem se tornado, para Deus, um negócio insuportável e indigno de atenção. Mais “culto ao ego” que outra coisa. Daí a pergunta: “Quando foi a última vez que vocês cantaram para mim?”. E o que é viver e cantar “para Deus”?</p>
<p><strong>É anelar por Deus com todo o nosso ser</strong>; é deixar ser movido e tocado pelas coisas que mobilizam o coração de Deus (o que sabemos por meio da Palavra); é desejar ardentemente que sua vontade seja feita tanto aqui na terra, como no céu; é lutar para que a justiça corra como rio que não seca; é buscar viver em integridade e afastar ao máximo do nosso caminho a hipocrisia. Mas, como? E seria isto outra forma de religião? Não sei, talvez, quem sabe. Linguagem, tudo passa por ela.</p>
<p><strong>Não é novidade para ninguém que muitos </strong>sistemas religiosos se alimentam da hipocrisia e não subsistem sem ela. Muitas igrejas têm sido – até que provem a si mesmas e ao mundo o contrário – ao invés de centros de misericórdia e compaixão e comunidades de reino, covis de hipocrisia, onde o livre pensar é reprimido (sobretudo em assuntos como sexualidade, por exemplo), e o discordar (mais ainda da liderança e da orientação doutrinária) é tratado como pecado. Exceções à regra (os remanescentes) existem, é claro, mas com a sina de ter que “nadar contra a maré”, caso não (ou até que) se deixem corromper pelo “se não pode vencê-los, junte-se a eles”.</p>
<p><strong>A hipocrisia vai, dessa forma</strong>, recebendo outros nomes, e vai sendo ornamentada com vestes outras, mais sofisticadas quem sabe (embora não menos vorazes) e se torna peça indispensável ao bom funcionamento da engrenagem, mascarada pelo discurso de que assim estaremos “no centro da vontade de Deus”. Como corolário disso e de outras tendências já bastante enraizadas, como a privatização da espiritualidade e a religião de consumo, as pessoas vão à igreja apenas para nutrir o lado “lúdico” da fé, que congrega e agrega a massa dos que querem distância do conflito e que relega aos ditos apóstatas, hereges e perdidos o lado trágico (e sombrio) da existência.</p>
<p><strong>A hipocrisia tenta eliminar </strong>o sofrimento a todo custo e promover uma espécie de narcótico gospel como sustentáculo para uma fé “que funciona”. Uma fé que desconhece a compaixão, porque só age para aliviar a dor; que tem desconfiança em relação ao mistério, ao desconhecido e às incertezas; que pensa que testemunhar é igual a fazer propaganda de sua fé, e se distancia da prática da justiça por estar tão ofuscada com as celebrações e homenagens, públicas e privadas, ao “seu Deus” – o “meu Deus isso”, o “meu Deus aquilo”.</p>
<p><strong>Essa fé é substrato da hipocrisia</strong>. Irracional e inconscientemente, muitas vezes, ela canta: “Hipocrisia, eu quero (eu preciso de) uma pra viver!”. Nos lugares onde ela é vivida, as palavras de Jesus – “Acautelai-vos do fermento dos fariseus!” – ecoam como gritos em uma terra de surdos.</p>
<p><strong>Porque acautelar-se, talvez, implique</strong> em passar pela via da admissão honesta de que, no fundo, todos (digo, os que nos servimos do sistema religiosos, ou os que se encontram, como eu, em processo de libertação de suas entranhas) somos um pouco como os fariseus ou hipócritas – o que seria um total absurdo e falta de espiritualidade, para muitos. Se <em>toda mulher é meio Leila Diniz</em>, como diz a canção “Todas as mulheres” de Rita Lee, então (digo isso contra meu melhor senso) <em>todo crente é meio hipócrita e, por natureza, religioso </em>(no sentido que Amós abomina), até que prove o contrário lutando contra tal orientação.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Jonathan Menezes</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>(em: http://escreveretransgredir.blogspot.com/ )</strong></p>
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		<title>Para continuar o debate sobre &#8220;religião&#8221;: &#8220;A Religião e Seus Derivados ( I )</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 04:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FabricioCunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No atual momento, vemos tomar corpo um movimento de pessoas que se dizem apaixonadas por Jesus, mas que não gostam mais da igreja, detestam as instituições em geral, e desenvolveram uma ojeriza pelo que chamam de “religião” – a meu ver, a religião institucionalizada. Estes estariam dentro dos 7,9% da pesquisa acima exposta. O mote [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-body-3704826788564562174">
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<p><strong>No atual momento, vemos tomar corpo</strong> um movimento de pessoas que se dizem apaixonadas por Jesus, mas que não gostam mais da igreja, detestam as instituições em geral, e desenvolveram uma ojeriza pelo que chamam de “religião” – a meu ver, a religião institucionalizada. Estes estariam dentro dos 7,9% da pesquisa acima exposta.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O mote de sua trajetória está no slogan: </strong>“Mais Jesus e menos religião”. O problema é que, nesse meio termo, apareceram outros apresentando outra visão de religião, mais positiva talvez, alegando que a religião faz parte da história humana desde sempre e tem oferecido contribuições importantes a ela. Em outras palavras, por mais que critiquemos a religião, não vivemos sem ela. Nesta discussão pouco criteriosa, termos como religião, religiosidade e espiritualidade acabam sendo utilizados de modo intercambiável, como se um fosse ou pudesse ser sinônimo para outro. E a confusão se vê armada. Podemos desatar este nó?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em primeiro lugar, a discussão sobre as terminologias</strong> (religião, religiosidade, espiritualidade, etc.) é <em>in-termi-nável</em>. Todas são palavras polissêmicas, se considerarmos o diálogo interdisciplinar, ou mesmo o senso comum. Em segundo lugar, esse movimento (por um cristianismo não-religioso) não é novo. Já vimos isso no século XX, através de Karl Barth, e mais fortemente na teologia de Dietrich Bonhoeffer, na teologia secular (Cox) e da morte de Deus (Robinson e Cia), dentre outros.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A diferença para o que tenho visto atualmente</strong> é que esses últimos me parecem ter sido mais intencionais, proposicionais e consistentes (quer se concorde com eles ou não) no sentido de formular respostas relevantes aos problemas e movimentos de seu tempo, e não um <em>flash mob</em> de descontentes, como parece se apresentar grande parte do movimento atual. É preciso conferir mais coerência e conteúdo aos nossos descontentamentos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No que diz respeito às terminologias, Tillich,</strong> por exemplo, falando sobre a clássica diferenciação entre religião e revelação em sua <em>Teologia Sistemática</em>, afirma que toda revelação pressupõe um receptor. E, considerando não haver receptor “puro” (isto é, livre da influência de sua cultura e da ideologia), e consequentemente nenhuma forma de fé, interpretação ou verdade universalmente válida, a recepção em si já é uma religião. Assim, o que Tillich chama de “religião” seria o processo de recepção e, por conseguinte, de significação da revelação. Nesta acepção, não há revelação sem religião e todos os que vivem conforme a revelação de Deus poderiam ser considerados religiosos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Então, para começo de conversa, precisamos </strong>tentar entender qual religião esse movimento atual quer de menos, e qual Jesus ele quer de mais, para poder avançar no debate, não acham? Arriscar-me-ei, então, no próximo post a expor algumas impressões mais particulares sobre o tema.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Jonathan Menezes</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>(em: http://escreveretransgredir.blogspot.com/ )</strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
</div>
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