FILME – “Karatê Kid”
Pra quem é da minha geração, o filme é imperdível. Claro que é clichê total, mas achei a adaptação excelente. Perdoadas todas as forçações, a vitória final do menino é tão óbvia quanto empolgante. A trilha sonora é linda e acompanha à altura a bela fotografia, o que é redundante em um filme que se passa na China.
PRA CRENTE
Se você não puder participar do “Paixão pela Juventude” , programação voltada para líderes de jovens da JUMOC , Junta de Mocidade da Convenção Batista Brasileira, que acontece dos dias 3 a 5 de setembro em Arraial do Cabo, RJ, no mínimo acompanhe pela hashtag: #paixaopelajuventude .
Demorou mas chegou. O Pr. Ed René Kivitz está no twitter. As intervenções ainda estão tímidas, mas pelo menos o protagonista não é fake. Siga: @edrenekivitz .
INVASÃO YANKEE
Acontece hoje à noite, amanhã à tarde e à noite, no Credicard Hall em SP, mais uma edição do Passion. Muita música americana, pregadores americanos, programa americano, em solo brasileiro. Como diz o João Alexandre, não tenho problema com os irmãos americanos, desde que não queiram me ensinar a ser brasileiro. Enquanto a metodologia do Passion for assim, passo…
Nessa segunda, 06 de setembro, o escritor Philip Yancey lança seu novo livro “Para que serve Deus”, no Brasil. Será às 19h00 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Vou perder de novo…
QUINTA
Convido todos vocês que trabalham com juventude a participarem de um encontro em minha casa, na R. Antônio Píres, 112, Freguesia do Ó, onde teremos presente o Carlos Alberto Bezerra Jr., com o intuito de discutirmos possibilidades para o trabalho com juventude urbana em São Paulo. Começaremos às 20h00 com um lanche. Apareça!!! Confirme presença pelo e-mail: fabricio.cunha@terra.com.br .
Conheça o blog da campanha da juventude.
Seu Argemiro, alguém de quem o mundo não é digno
Seu Argemiro, 69 anos. Auxiliar de faxina, negro, pobre, semi-analfabeto. É do tipo de gente que existe, mas a gente não vê. Gente invisível. Para muitos de nós, coisa, a extensão de uma vassoura.
Numa de nossas idas ao Borel, não pudemos subir por conta de uma operação policial. Ficamos frustrados a princípio, mas depois nos reunimos para um tempo de louvor com músicas e oração. Foi nesse tempo que ouvimos a Analzira contar a história de uma missionária do Radical África. Há uns três anos, no final do treinamento, uma das líderes do projeto lamentou num dos cultos a impossibilidade de continuar no processo e ser enviada ao campo missionário. Havia emprestado o “nome” para alguns familiares que, por falta de pagamento, comprometeram-na junto aos serviços de restrição de crédito. Por isso ela sentia-se incapaz de ser enviada ao campo com tal pendência. Faltava menos de um mês para a viagem e todos os “Radicais” lamentaram muito. Reuniram-se para orar e chorar junto com a amiga. No meio da reunião o Seu Argemiro entrou sem pedir. Analzira e os Radicais não entenderam. “Estou triste. Preciso falar com vocês agora”, disse ele. Constrangidos, deram-lhe a palavra. “Desde o começo dos ‘Radicais’ pedi que me enviassem um boleto pra investir na vida de um deles. Ninguém me enviou. Estou aqui para trazer esse envelope, fruto do meu trabalho, que juntei para investir na vida de um de vocês. Aqui está!” Era exatamente o valor que a menina precisava para pagar suas pendências e poder ir para o campo.
Essa história nos foi contada em meio a um clima de temor e tremor. Gerou-nos um santo constrangimento que nos impeliu à oração. Quando abrimos nossos olhos, ele estava sentado numa cadeirinha perto da porta. Tinha sido trazido pela Silvana, que o havia conhecido ontem quando ele a procurou para dizer da alegria em ver tantos jovens felizes, servindo ao Senhor. Ele nos cantou um hino, orou por nós. Estávamos, quase todos, chorando, com a sensação de acolhimento e constrangimento, que só a presença do Espírito nos causa. O Senhor estava ali e “tiramos as sandálias dos pés”.
Essa manhã ficará marcada nas vidas de muitos de nós por muito tempo. Essa história está impressa em nossos corações.
Seu Argemiro, 69 anos. Auxiliar de faxina, negro, pobre, semi-analfabeto.
Um homem do qual o mundo não é digno!
Juliana Lie tem 25 anos, é descendente de chineses e indonésios, formou-se em artes e mora num bairro de classe média paulistana, na região Oeste. Rodrigo Camilo, 25 anos, é negro, trancou a matrícula em Serviço Social para passar um ano numa experiência transcultural. Morava na periferia da Zona Norte de São Paulo. Ricardo Scalco tem 26 anos, formado em administração de empresas. Já venceu um câncer e mora na periferia da Zona Oeste de São Paulo. Priscila Martins, 24 anos, acaba de formar-se em física no Mackenzie, onde ganhou uma bolsa por se destacar como estudante. Mora no extremo da Zona Norte de São Paulo com os pais e mais três irmãs.
O que essas pessoas têm em comum? Estão muito próximos do recorte que a ONU descreve como juventude (15 a 24 anos), estão envolvidos com a universidade ou passaram por ela e servem como voluntários no ministério de jovens e nos projetos de sua comunidade, a Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo.
Muito da visão da Ibab tem a ver com promover esse senso de vocação em seus membros, projetando-os a um estilo de vida integral, onde a espiritualidade desemboca na missão, que tem como pilar principal o serviço.
Seu ministério de jovens, o Ibab Jovem, tem como proposta apresentar aos seus jovens o jeito cristão de se viver a vida como um todo, em todas as suas áreas e considerando todas as contingências de seu contexto, usando as Escrituras como referencial e as realidades peculiares aos jovens como pano de fundo da interpretação bíblica.
“Nosso referencial é o fato de Cristo, sendo Deus, assumir forma humana e fazer do mundo o seu ‘palco de atuação’. O Reino de Deus chegou! Confundimos o Reino de Deus com o Reino dos Céus e, na medida em que queremos levar as pessoas ‘ao céu’, tendemos a nos afastar da proposta do Reino de Deus, pois ela é para a terra. Portanto, nossa pastoral deve auxiliar o jovem em sua vida aqui e agora, tendo como base o testemunho da encarnação do Cristo, como referencial teórico a sua pregação, como proposta o Reino de Deus e como palco o contexto imediato”, considera Fabricio Cunha, pastor dos jovens da Ibab.
Por isso, além das atividades habituais aos sábados, onde a proposta é a de darem condições aos jovens de responderem às quatro perguntas que consideram as mais importantes de suas vidas (1. Espiritualidade – em que Deus eu creio?; 2. Vocação – eu nasci para ser o quê?; 3. Relacionamentos – de onde vim e com quem dividirei minha vida?; e 4. Caráter - que tipo de gente estou me tornando?), promovem projetos onde contemplam um apoio a alguma instituição que já está no local e é ligada à Rede Ibab Solidária (http://www.redeibabsolidaria.com.br/) e a possibilidade de uma experiência de missão que coopere com a formação de seu senso de vocação. “Achei que iria levar Jesus para aquele local tão pobre. Quando cheguei lá, percebi que Ele já estava lá”, diz Rodrigo acerca de sua viagem ao Morro do Borel pelo Projeto Pé no Morro (http://www.penomorro2010.wordpress.com/). “Ver Jesus no rosto daqueles meninos e meninas é uma experiência inesquecível. Sou professora hoje por causa disso”, Any, estudante de Letras na USP, uma das voluntárias no projeto Peregrino, liderado pelo músico e poeta Roberto Diamanso.
Com o objetivo de compartilhar suas experiências, os jovens da Ibab promovem há três anos a Semana Jovem Ibab (http://semanajovemibab.wordpress.com/), onde convidam os demais jovens da cidade e região para uma programação que é construída de forma dialógica com a Bíblia, a cidade e a realidade juvenil metropolitana, isto é, uma programação fundamentada no conteúdo bíblico e na avaliação contextual, de forma que o jovem se interesse profundamente pelas Escrituras e pela vida relevante no contexto onde está inserido. “Numa cidade como São Paulo, urge levarmos os jovens a perceberem e conhecerem seu potencial de transformação à partir de todas as áreas da sua vida e, infelizmente, o que percebemos olhando para a realidade evangélica é que se continua a manter a dicotomia sagrado X profano, onde todo o sagrado está relacionado à ‘igreja’ e o profano ao ‘mundo’”, diz Fabricio Cunha. “Isso faz com que o impacto do potencial do jovem evangélico seja reduzido a uma atividade, em um dia, em um determinado lugar, minimizando as possibilidades de transformação pessoal e social à partir dele”, completa.
Tudo isso responde bem à visão da Igreja Batista de Água Branca de “ser um sinal histórico do Reino de Deus, levando o Evangelho todo para o homem todo, priorizando relacionamento e envolvendo todos os seus freqüentadores além dos limites culto-clero-domingo-templo.”
Que assim seja!
Para saber mais acesse:

A maioria das pessoas cristãs emociona-se ao ouvir uma história missionária ou ao conhecer pessoalmente alguém que deixou tudo para trás por amor da obra de Cristo e foi para um lugar longínquo a fim de trabalhar com um povo e uma cultura diferentes. Se for na África então nos emocionamos mais ainda. E realmente essas pessoas são especiais e essas histórias muito importantes e tocantes mas será que missão resume-se a isso??? Não!!!
Nem mesmo quando dizemos na igreja que “quem não pode ir, que contribua” estamos dizendo a verdade. O “ide” é insubstituível.
O ide de “Mateus 28” vai muito além, ou melhor, nem tanto além. Todos, à partir do momento em que passamos a ser servos de Cristo Jesus, somos comissionados a uma missão e tal missão pode até ser em outro país ou cultura mas começa em nossa vida e à paritr dela, em todos os contextos onde ela acontece.
Ouço de muitos jovens e adolescentes o “sonho de missões”, ser um herói em outro continente, o “Indiana Jones” das missões, todavia ao olhar para a realidade de suas vidas vejo pouco trabalho, pouco envolvimento e pouco amor por quem está perto.
Missão não é um projeto para amanhã. Ela começa já. E você, sim você, também foi chamado para isso. Mas se não pode atravessar o Atlântico, atravesse a rua de sua casa…
Abro hoje a minha caixa de e-mails e me deparo com um convite para um encontro que, em seu cabeçalho, tem a letra inteira da música do Gonzaguinha, “Eu acredito é na rapaziada”. Paro, leio, releio a estrofe que diz: “Eu acredito é na rapaziada que segue em frente e segura o rojão. Eu ponho fé é na fé da moçada que não foge da fera e enfrenta o leão. Eu vou à luta com essa juventude que não corre da raia a troco de nada. Eu vou no bloco dessa mocidade que não tá na saudade e constrói a manhã desejada”. Penso no privilégio que tenho de ser pastor nessa geração.
Ao contrário do que muitos de nós pensamos, religião e espiritualidade são palavras que estão na pauta da moçada e que ocupam espaço de muita relevância em suas agendas. Gastam tempo com leitura nessas áreas, consultam horóscopo, possuem programas de TV e uma linha editorial específica sobre essa temática, preocupam-se com o transcendente, com o invisível. A pergunta é, nós, evangélicos tradicionais históricos, consideramos isso algo importante e estratégico para nossa pastoral contemporânea? A juventude que acredita e procura pelo transcendente encontra resposta em nossa pregação e em nosso modus operandi ou, no mínimo, acolhimento para suas questões?
Conheço muitos exemplos em que a resposta seria sim, muitos outros cuja resposta seria não. Juventude ativa, sem apoio institucional, colocará seu potencial à serviço de algum ideal, mesmo que tal seja marginal ou egoísta. Juventude ativa, capitalizada pela instituição, será a massa crítica e potencial de crescimento, expansão, inserção e capilarização social, transformação de estruturas e aculturação, no melhor sentido da palavra.
Por incrível que pareça mesmo quando não acolhida, a juventude ainda acredita nas instituições, luta por elas e tenta construir à partir de suas bases novas possibilidades de atuação. Mas a juventude também é refém de descrédito por parte das instituições em geral.
Caminhemos por uma análise panorâmica de ambas:
Sobre a Juventude Cristã: uma visão panorâmica
Tenho a sensação de que nossa juventude cristã em geral, nada mais é do que um substrato da juventude como um todo. Cristão está mais para um adjetivo de segmento do que para algo que descreva uma outra forma de se viver. Isso tem implicações muito negativas, como por exemplo a falta de cosmovisão para se enxergar a vida à partir da perpectiva cristã; mas também pontos positivos como a inserção em todos os segmentos da sociedade.
Três de minhas principais preocupações estão nos âmbitos do caráter, da devoção e do senso de missão.
1. Caráter – com a relativização ética, a privatização das atitudes e a vontade de prevalecer, os jovens minimizam a importância da irrepreensibilidade do caráter e escolhem baseados no prazer e nos benefícios imediatos;
2. Devoção – com a agenda cheia do urgente, perdeu-se a disciplina das coisas fundamentais, dentre elas, a oração e a leitura bíblica. Os jovens até sabem como se portar de forma cristã mas perderam a beleza do relacionamento profundo e pessoal com a trindade;
3. Missão – como se escolhe o que vai se fazer pelo benefício pessoal, em vistas da acumulação de bens para uma vida estável, perdeu-se o senso de missão, baseado na vocação, que é aquilo que fomos chamados a ser e fazer nesse mundo. Daí investe-se a vida e especializa-se em coisas que vão consumir todos os esforços, mas não gerarão mudança comunitária e nem contentamento pessoal.
Sobre as Instituições Cristãs: uma visão panorâmica
Acredito nas instituições. Não gosto de movimentos que parecem progressistas, com bandeiras atraentes como “Mais Jesus e menos religião” ou “sou crente apesar da Igreja” (como se fosse possível ser crente fora da comunidade), mas que são personalistas e desconhecedores da história e da tradição. Estamos longe do ideal de desinstitucionalização e a boa institucionalização é fundamental para se carregar as ideias na história, já que o homem enquanto personagem é muito transitório. Também penso que são três características principais que merecem nossa atenção.
1. Ensimesmamento – nos tornamos um segmento dentro da sociedade ao invés de apresentarmos a proposta de Cristo para a sociedade como um todo. Tal segmentação além de minimizar em muito o papel da instituição, faz com que a gestão da própria instituição seja o motivo dela existir. Esse ciclo de autogestão faz com que a instituição seja cerne e suas demandas girem em torno da manutenção de sua existência e não em vistas de um ideal ou propósito maior;
2. Enrigecimento – instituições vivem de rotinas e processos. Quando a manutenção de tais rotinas se torna o trabalho principal da organização, inicia-se o processo de enrigecimento que tem duas características básicas,a priorização dos processos em detrimento das pessoas e a manutenção de atividades que são claras mas que não têm propósitos claros, isto é, faz-se porque faz-se, faz-se porque sempre se fez. Isso evidencia-se de forma muito clara em nossa liturgia dominical, que atende muito mais à geração do século passado, com pouca tendência a desviar-se, do que a essa geração que, não sendo incluída em nosso programa ministerial e liturgia mais leve, tenderá à procurar uma outra instituição, senão, instituição nenhuma;
3. Segmentação – como organizações trabalham com nichos, existe a tendência natural de que se segmentem dos demais nichos para atender ao seu próprio. Em relação às instituições religiosas, isso pode ser muito perigoso. Se nosso chamado é o de nos inserirmos em todos os segmentos da sociedade, apresentando por meio de nossas vidas um novo (ou velho) projeto de como ser gente, de como se relacionar com os outros e de como ser sociedade, precisamos “des-segmentar” tanto nossa pastoral que, mais do que nunca, precisa ser multidisciplinar, quanto nosso projeto ministerial, que deve ser integral, conhecendo, dialogando com e influenciando todo tipo de estrutura.
Instituição é coisa. Não existem instituições boas ou ruins. Existem instituições com propósitos bons ou ruins, quadro de pessoas bom ou ruim, gestão boa ou ruim.
Em suma a instituição ainda merece crédito até mesmo por ser parte fundamental do processo social. Merece crédito por ser nosso instrumento de carregar de forma menos transitória e personalista a temática do que cremos e pregamos. Mas só merecerá esse crédito enquanto viver para além de si, incluindo toda gente, se renovando à luz do contexto e dos tempos e principalmente permanecendo fiel à nossa bandeira utópica de que todo ser deve ser como Cristo, toda relação como a da trindade e toda sociedade como o Reino de Deus.
Quanto aos jovens, eu, particularmente (e sei que não estou só) “acredito é na rapaziada”!!!
Fabricio Cunha
…porque, queridos, nunca seremos como deveríamos ser.
Me peguei fazendo algo esses dias para ser aceito por uma pessoa. A pessoa nem estava perto, talvez nem veria ou saberia o que fiz, mas a influência de sua expectativa é tamanha sobre mim, que me pego algumas vezes tentando agradá-la, mesmo que inconscientemente.
Somos seres que dependemos da aprovação dos outros, do reconhecimento pessoal, do mérito.
Quando isso sai de controle, sucumbimos à tirania da expectativa alheia. Fazemos tudo pensando muito mais na aprovação do outro do que na intenção, motivação ou mesmo no resultado de nossas atitudes.
Isso se agrava quando transpomos esse jeito de agir para nosso relacionamento com Deus.
A afirmação mais absurda do Evangelho é a de que Deus nos ama exatamente como somos. Não precisamos cumprir expectativas, acertar nas decisões, reagir como se espera, até porque nada se espera. Somos amados exatamente como somos.
Tal afirmação nos é tão absurda, que não acreditamos nela. Não acreditando, não nos sentimos amados. Não nos sentindo amados, continuamos nossa peregrinação em tentar agradar um Deus que já está agradado.
Então qual é o desafio? O de aprendermos a usufruir de um amor que nos inclui e de uma presença que não se afasta de nós, nem quando pecamos. As mudanças acontecem pelo constrangimento gerado por um amor que não pune, nem afasta.
Usei drogas em minha adolescência. Um sábado foi especialmente marcante. Passei a madrugada toda usando drogas e teria que tocar na banda da igreja no domingo pela manhã. Saí de onde estava e fui direto para o ensaio. Falei com o pastor que eu não estava apto para tocar, não era digno daquilo e contei o porquê. Ele me disse: “filho, você nunca deixará de fazer nada aqui por conta do que fizer fora daqui. Escolhi te amar do jeito que você é. Você vai tocar e que o amor constrangedor de Deus seja a motivação para a tua mudança.” Nunca mais usei drogas em minha vida.
Mas tal realidade ainda me é assombrosa demais. Deus me ama como sou e não como deveria ser, até porque nunca serei o que deveria. Ao mesmo tempo que ela me atrai, não tenho fé suficiente para crer em algo tão profundo e sigo tentando agradar, não sei até quando. E crer que esse amor é menos do que ele de fato é, faz nossos dias pesados.
Senhor, nos ajuda em nossa falta de fé.
Fabricio Cunha
“Histórias, nossas histórias, dias de luta, dias de glória”
História é o instrumento mais sagrado de compartilhamento de vida. É quando nos oferecemos ao outro em todas as nossas vicissitudes, sem máscaras e sem o medo da sujeição às expectativas alheias. É quando contamos percalços e alegrias, lágrimas e risadas, lamentos e celebrações, tudo escrito numa mesma redação, no caderno da vida.
Oferecemos a você algumas histórias que, misturadas à de Cristo, podem se misturar também à tua e dar mais sentido ao grande mosaico da existência humana.
Teaser – Semana Jovem Ibab
Nos vemos em julho!!!
Fabricio Cunha
http://ibab.com.br/ibabjovem/junho-2010.html
História é o instrumento mais sagrado de compartilhamento de vida. É quando nos oferecemos ao outro em todas as nossas vicissitudes, sem máscaras e sem o medo da sujeição às expectativas alheias. É quando contamos percalços e alegrias, lágrimas e risadas, lamentos e celebrações, tudo escrito numa mesma redação, no caderno da vida.
Oferecemos a você algumas histórias de nosso mestre, Jesus Cristo. Histórias que podem se misturar à tua e dar mais sentido ao grande mosaico da existência humana.
Nos vemos nos sábados de junho!!!
Fabricio Cunha
Acordei hoje bem de manhazinha para fazer um programa de rádio. O Sol ainda não havia nascido e a manhã estava com aquela neblininha que deixa o tempo bem friozinho. No caminho a lua me acompanhava, ainda não havia se deitado por completo e, cheia, ia sumindo preguiçosamente dando lugar à claridade do dia. Logo que cheguei agradeci ao Senhor por tão sublime momento onde pude ver claramente Seu poder mas também Sua ternura e doçura através da criação, obra de Suas próprias mãos.
Vivemos num dia-a-dia tão intenso que não temos a menor sensibilidade de percebermos as coisas simples e importantes à nossa volta. Perdemos momentos especiais por não sabermos reconhecer nos detalhes a escrita preciosa de Deus. Somos escravos de nossa própria rotina.
Nossa vida é feita de uma história e essa história é composta por todos os momentos que pudermos aproveitar e nos lembrar afinal “tudo o que é bom dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível”.
Portanto se você está lendo esse texto pela manhã, aproveite seu dia. Se já é noite, tenha um bom descanso e aproveite bem o dia de amanhã.
Ah, “Seize the day” é o nome da música que embalou meu dia e significa “Aproveite o Dia”.
Fabricio Cunha